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A relação entre aprender idiomas e seus crescimento pessoal

 

Além dos vários aspectos sociais que o aprendizado de línguas proporciona ao estudante, como por exemplo, uma melhora na habilidade de comunicação interpessoal e um mergulho em várias culturas, ele também traz consigo vantagens na formação acadêmica, facilitando quaisquer pesquisas necessárias para um doutorado ou congresso internacional. Junto a isso, alguns estudos internacionais descobriram, nas últimas décadas, uma série de ganhos intelectuais importantes. Entre eles, estão o desenvolvimento cerebral e aumento da atenção. A seguir, confira alguns pontos interessantes sobre o tema. Para aprender um novo idioma mais rapidamente visite preply.com.

Vantagens sociais diretas

O inglês é uma porta para o mundo. Com esse idioma pessoas de todo mundo podem entrar em contato umas com as outras e trocar uma infinidade de conhecimentos. São aspectos culturais, sociais, econômicos, organizacionais e técnicos que abrem os horizontes dos interlocutores e enriquecem e transformam as perspectivas de vida, assim como o próprio indivíduo como um todo.

Fatores de relevância para a formação

Estudantes universitários por todo o mundo recorrem à arquivos e livros digitais e impressos, quando precisam voltar-se a autores internacionais para a elaboração de suas teses de graduação, mestrado, doutorado ou pós-doutorado. Visando auxiliar a formação e disseminação de atualizações de conteúdos nos mais variados campos de pesquisa, a grande maioria dos estudos realizados são publicados já com uma versão em inglês. Logo, falar inglês é também acompanhar as mais importantes descobertas em tempo real.

Benefícios no cérebro

Os benefícios de aprender uma nova língua são vários. Entre eles estão:

Desenvolvimento do cérebro: conforme o cérebro aprende uma língua de forma intensiva e constante, algumas áreas relacionadas à comunicação crescem, fazendo com que haja mais conexões neurais no cérebro.

Melhora da atenção: bebês que cresceram em um ambiente bilíngue mostram ter uma capacidade de memória maior do que outras crianças na mesma faixa etária que nunca tenham tido contato com uma língua estrangeira.

Diminuição do risco de demência: por mais incrível que possa parecer, o mal de Alzheimer, também conhecido como demência, pode ser retardado no cérebro de pessoas suscetíveis à doença por vários anos. Uma série de estudos vem obtendo o mesmo resultado e comprovando esse fato. Só para se ter uma ideia de como essa notícia é relevante, basta pensar que os efeitos positivos do aprendizado de línguas é muito superior a qualquer outro tratamento realizado com o uso de drogas atuais.

Aguçamento da habilidade de escuta: escutar é uma das habilidades básicas para uma série de coisas, como o desenvolvimento da fala. Descobriu-se que se tornar uma pessoas bilíngue pode fazer com que o cérebro melhore sua capacidade de escuta, uma vez que ele costuma ter de trabalhar mais para distinguir os diferentes tipos de sons em duas ou mais línguas.

*  Este texto foi patrocinado. 

Nossos lobos internos escondem-se atrás de canecas cheias de café

Arte por Matthew Grabelsky

E esse lado ninguém conta…Acordamos todos os dias e já queremos colocar aquele sorriso na cara. Queremos colocar nossa roupa mais descolada ou nosso terninho que já vai impressionar logo no metrô. Queremos ser os bem humorados, os queridinhos no trabalho, que cumprimentam a todos com um expresso na mão do Café Mc Donald’s e já sentamos querendo multiplicar cada segundo em foco e em produção.

Queremos aflorar nosso lobo branco. Queremos sempre estar atentos ao nosso, mas sempre sendo o grande opinador e influenciador. Adoramos um brainstorming, mas aquele papo de que todos falam e compartilham ideias é furado. Queremos as nossas idéias sempre em destaque e influenciando os que estão ao redor, mas claro, de maneira sutil e sem que ninguém perceba.

Queremos ser líderes. Sempre achamos que já estamos prontos e preparados para isso. Afinal, existe algo melhor do que estar na rodinha de nossos amigos e poder contar do bônus gordo que ganharemos, ou da empresa descoladinha que estamos trabalhando ou do novo coworking que estou frequentando? Queremos nos profissionalizar sempre…

Acumular Mba’s no currículo e indicar bons livros aos amigos. Queremos tanto tudo, que tentamos esconder aquelas aulas faltosas de nossas especializações porque não dá nem tempo para ir. Ou, sejamos sinceros, fazemos por fazer. Nascemos prontos, somos donos do mundo. Ou melhor, achamos isso.

Nosso lobo preto, não deixamos ninguém ver. Não deixamos ninguém perceber a ansiedade que nos engole a cada dia e a cada tarefa, querendo que tudo dê certo ou seja o auge. Ou melhor, achamos que ninguém percebe. Quando, na verdade, nós não percebemos nossa própria bipolaridade. Queremos o novo sempre, e o crescimento para ontem.

Mas o mundo não gira em torno do nosso umbigo. Angústias pela espera se afloram. E não conseguimos gastá-las na corridinha da Nike, porque queremos ser os profissionais que saem as 21:00 horas do trabalho e mandam email de madrugada, querendo provar o nosso bom desempenho. Só esquecemos que essas coisas não devem ser forçadas. O lobo negro tem stress. Muito stress. Mas e daí? Meu amigo está com problema na coluna e o outro com enxaqueca constantes. Natural da nossa geração.

Já na faculdade queremos o nosso intercâmbio. Nós formamos tarados em saber todos os processos de trainees ou em quais são as atuais oportunidades para que minha empresa nova dê um salto. Não fazemos acompanhamento com psicólogos. Fazemos coaching. Apesar de achar que nunca precisamos.

Acordamos de madrugada pensando na auditoria que teremos e que precisamos ficar entre os top five na nossa Cia super influente no mercado. E apesar da noite mal dormida, reiniciamos o ciclo, e acordamos, querendo colocar aquele sorriso na cara e o terninho de marca como se nada tivesse acontecido. Começamos novamente o dia com aquele bom dia de jovens promissores e futuros talentos. E quem irá nos provar o contrário? Preferimos conviver com nossos cabelos caindo de forma precoce do que aceitar que precisamos tratar nossos lobos negros.